domingo, 22 de abril de 2007

viagem florianópolis- uruguay-buenos aires parte 3 fevereiro 2006




fronteira, chuy, litoral uruguay- castillos-rocha-maldonado-punta del este-montevideo- colonia-Buenos aires

viagem florianópolis- uruguay-buenos aires parte 2 fevereiro 2006




Saindo de são joaquim entrei no RS por Saõ josé dos ausentes, segui p/cambará do sul, desci para o litoral do RS; Capão da Canoa,Tramandai,....Lagoa dos Patos, Taim,lagoa Mirim,santa vitoria do palmar, Chui

quarta-feira, 18 de abril de 2007

domingo, 15 de abril de 2007

sul do chile carretera austral fevereiro 2007




de puerto montt a Hornopiren

circuito vale europeu de cicloturismo




saída de florianópolis, pernoite em blumenau.em timbó encontrei carlos, malu e sérgio e iniciamos o belíssimo circuito de 8 dias.
retornei a florianópolis de ônibus a partir de blumenau
de 8/dez a 19/dez 2006

sábado, 7 de abril de 2007

paso futaleufú /trevelin/el bolson/bariloche 28/02/ a 10/2/07









 






Amanheceu um dia frio e ensolarado em futaleufú, peguei os 10 km de asfalto até a fronteira  do chile com argentina, um vento de lascar as orelhas. Na fronteira, tudo legal, pessoal simpático. Após a fronteira a estrada é ripiada,descida e  plana,e a paisagem já é diferente, um pouco árida, estou dos outro lado dos Andes , agora está calor, há poucos locais para abastecimento.


 A cidade mais próxima é Trevelin, www.trevelin.org  a 63 km de Futaleufú.  O vento da Patagônia argentina dá uma amostra de sua força, quase me derruba quando estou perto de Trevelin, foi um esforço prá chegar.


Trevelin é grandinha, tem 9500 habitantes, muitos restaurantes, hotéis, pousadas, hostel ,o serviço de informação turística é bom, a cidade é agradável.


Há casas de chá em estilo galês, com tortas tadicionais.


Fiquei num camping perto da entrada da cidade mas muito tranquilo, o dono é ciclista de speed, aficcionado. O camping é um pomar de árvores frutíferas: maçã, ameixa, marmelo, pera. Diária  10 pesos argentinos.


 Final de tarde caiu uma chuvinha fina prá molhar as plantas.


A noite foi linda, fria, com lua crescendo.


De manhã novamente a chuvinha fina com vento e frio . Pedalei até Parque los alerces, sempre usando jaqueta. São 50 km, muita subida de rípio  com  algumas serrinhas. Após a a entrada do parque parou a chuva , continuou o vento frio. após a entrada há uma parte de asfalto e umas descidas boas.


  creio  que o caminho por Esquel é mais leve, acho que tem menos aclive e menos rípio, alguém sabe?



Logo no início do parque,


 um dos muitos lagos


 http://www.parquesnacionales.gov.ar/03_ap/21_alerces_PN/21_alerces_PN.htm


a entrada do parque é 12 pesos argentinos, há camping selvagem e camping orgnizado, com preços variáveis. Há um bom serviço de informações na portada onde ganha-se um mapa do parque.



Fiquei no camping Pucon Pai, 12 pesos.


 


Tem mercearia, bar, restaurante, fica na beira do lago.  o banho é com hora marcada: o aquecimento é ligado das 18 horas até 10 da manhã.


continuando no parque , lagos, rios.


 


 



 


 


 


Este é o lago verde...


 


No dia seguinte fiquei no


camping arrayanes,


depois do rio arrayanes,


10 pesos, no lago rivadavia , 


 


 noite de  lua cheia refletida no lago . muitas árvores, pássaros, pica-pau .( tem vídeo).


após uma noite fria,de manhã o espetáculo do lago coberto pela neblina


 


 


Há vários lagos  e rios no parque, lindíssimos.


 E muitos cerros, o que ocasiona vários trechos de subidas na estrada, onde o visual é mais lindo 



 


Ao terminar o parque o lugarejo mais próximo é Epuyén, que fica a 80 km do camping arrayanes. 7 km antes de epuyén começa o asfalto.   Desde Trevelin até o começo deste asfalto,  são 144 km.


Fui até o lago epuyén procurando um camping que não havia, era só uma área para pic-nic, voltei e fiquei no camping La cordilera, que fica num desvio curto de rípio perto da entrada do acesso ao lago.



 Neste camping é tudo muito bom e barato: 2,50 o camping e 15,00 a hospedagem que é boa, cama boa.  Tem um almacem bem servido, os preços são muito baixos e a dona é super simpática e atenciosa. O pão caseiro é o melhor .Há um galpão com mesas, prá curtir um foguinho e tem fogão prá cozinhar. Fica na orilla do rio.  


O dia de hoje foi puxado, sol forte, muita subida, rípio de arripiar. Tem trechos que não tem onde pegar água, tive que racionar um pouco .


 


Mereço uma cama, um vinho...


e uma lua cheia com eclipse.uhuu.


Esta foto peguei na net, a que tirei ficou só um pontinho branco.foi o eclipse do dia 3 de março. quando começou, a lua estava amarela, foi de cair o queixo.


De manhã tava frio, abri a janela e fiquei na cama assistindo ao sol nascer, esperando esquentar, ai que preguiça.


 De Epuyén a el Bolson são 57 km de asfalto mas a dificuldade está no vento. E no peso dos alforjes;de cada lado uma garrafa de vinho, um branco e um tinto.


Paisagem linda, cascatas, lagos, montanhas. 



E muitas amoras pelo caminho, na beira da estrada, só pegar.


 Na localidade de El Hoyo há vária chácaras produtoras de frutas e pode-se comprar  as geléias de amoras ,cereja, calafate, rosa mosqueta .


 Pouco antes de  el bolson, quase na entrada da cidade  há um camping muito bom: La chacra. Perto há supermercado grande e restaurantes.


A noite choveu um pouco, amanheceu nublado, passei pela cidade de el bolson, muitos carros, barulho, dei uma volta e segui caminho, com chuva fina e frio.


A paisagem até el Foyel é bonita mas é sempre a mesma.Há longos trechos de subida, um destes dá vista par o rio El Foyel.  


 


Uns 20 km antes há uma lanchonete onde há uma cascata, fazem empanadas fritas na hora, bem gostoso.


Não há camping em El Foyel, consegui uma cabana por 45 pesos em uma confiteria  (custava muito mais).: um luxo, dois quartos, banheiro, cozinha, com aquecimento, tudo só prá mim.


 E os proprietários todos simpáticos, a dona , uma amor.


 Preparei até um jantar especial. A sobremesa foi torta de amora da confiteria .


 Há uma outra confiteria mais adiante onde pode-se acampar, mas não há onde tomar banho, a dona é antipática, e o lugar é meio cagado, tem cocô de todo tipo; cachorro, galinha, vaca, cabrito,  Éécaaa.


 


De el Foyel a Bariloche, 80 km de asfalto, muita subida, pouco sol, calorzinho agradável, sem vento.



 Paisagem linda, lagos, movimento de carros e caminhões. Encontrei dois ciclistas na estrada, de speed, o que estava indo para bariloche parou para conversar, me deu informações, estava preocupado, mas quando soube tudo que eu já havia percorrido ficou tranquilo.



 




Em Bariloche fiquei no hostel Freedom, bem no centro, 25 pesos com desayuno bom para os padrões.


 


Pedalei pela cidade e arredores, lagos cerros, parques , mas fiz alguns passeios de ônibus, há muito movimento de carros e õnibus, as estradsa não têm acostamento e o pessoal é neurótico, sempre apressados. Conheci muita gente no hostel, de argentina, israel,, frança, portugal,..


 


Dei uma de turistta ,tomei chocolate quente, comprei muito chocolate, o chocolate de bariloche é bom demais, há muita variedade, com nozes, amêndoas, tem um de café, que tem em cima um grão de café torrado, hummm ..será que sou chocólatra?


 



E fiz um cruzeiro de barco para isla victoria e bosque de arrayanes. 



 



A volta de bariloche para o Brasil foi de avião com um dia em Buenos aires onde fiquei no interessante hostel santelmo- 7 dólares- no bairro santelmo.

 


Caminhei pelo bairro, fui no  mercado santelmo. este hostel  é muito underground, quando cheguei já havia um jamaicano enrolando um.


olha a porta de um dos quartos.


não era o meu...



 Fica localizado em avenida sanmartin, o lugar é muito barulhento, durante a noite há barulho de carro direto. É um prédio antigo, muito bonito.


Após uma noite não dormida, dia seguinte peguei o vuelo para florianopolis no aeropuerto de ezeiza. Tranquilo, só me barraram porque esqueci de colocar meu canivete na bagagem que seria despachada. Passei por Porto alegre, me lembrei do Prux.  na hora do lanche, pedi uma cerveja, o avião deu uma balançada e a latinha que tava no carrinho caiu na minha mão, vê só...


depois, perto da  ilha, um vinho praá alegrar, já cheguei alegrinha.


Minha bagagem foi extraviada, veio só a bici, nem me preocupei, no dia seguinte foi localizada e entregaram na minha casa.


Durante a viagem toda- 35 dias-tive muita sorte em tudo, sempre tive lugar prá dormir, encontrei muita gente boa, não tive problemas mecânicos sérios( nem furou pneu, o que nem seria problema), as dificuldades que tive foram as normais, que dão sabor a aventura, chuva, frio, um pouco de fome e sede, estas sensações são  prá se aproveitar, prá curtir, prá se se sentir vivo. Se eu quisesse conforto  teria ficado em casa na frente da televisão, comendo pipoca , vendo a barriga crescer e a bunda caindo e  me lamentando: “ah! Como eu queria, ah!, eu poderia"....


Quando estava planejando a viagem assisti o filme diários de motocicleta e tem a cena em que eles estão em um bar planejando a viagem e num momento de dúvida se vale a pena, olham para um homem meio acabado, com cara de quem não tá mais vivendo, na mesa ao lado, e um fala pro outro:- quer acabar a vida assim?


Para alguns parece loucura mas quero poder dizer cada vez mais:“confesso que vivi”(esta é do Pablo).


                         






Fui.....hasta....

carpintero /picapau no parque los alerces/Ar




acima da minha barraca, na beira do lago rivadavia, Parque Los alerces, Argentina

carpintero /picapau no parque los alerces/Ar




acima da minha barraca, na beira do lago rivadavia, Parque Los alerces, Argentina

carpintero /picapau no parque los alerces/Ar




acima da minha barraca, na beira do lago rivadavia, Parque Los alerces, Argentina

olha que legal o picapau




pica-pau ou carpintero no lago rivadavia, parque los alerces, argentina

olha que legal o picapau




pica-pau ou carpintero no lago rivadavia, parque los alerces, argentina

olha que legal o picapau




pica-pau ou carpintero no lago rivadavia, parque los alerces, argentina

olha que legal o picapau




pica-pau ou carpintero no lago rivadavia, parque los alerces, argentina

sexta-feira, 6 de abril de 2007

carretera austal - yelcho/santa lucia/futaleufú 24/2/2007 a 28/2/2007






Depois das termas del amarillo retornei a carretera, seguindo para Puerto Cardenas, a 38 km, onde há o lago yelcho e dois km depois o ventisquero yelcho. http://www.yelcho.cl/


neste trecho tive dois companheiros de pedal de Santiago. Fiquei no camping ventisquero que tem aquecimento a lenha (1500pesos )e o dono é bem engraçado e atencioso.Encontrei dois israelitas que estavam nas termas e a noite jantamos todos juntos, tentando conversar, naquela mistura de inglês e espanhol que já é comum aqui
Dia seguinte, apesar do frio acordei cedinho para subir ao ventisquero. O caminho é bem enlameado, a mata é linda, ao lado da trilha corre o rio de água do degelo, cor verde e antes do ventisquero há uma cascata e um trecho de gelo na passagem, pode-se caminhar sobe o gelo.




Era domingo e na volta vinha uma galera, havia dois ônibus de excursão. Me safei por pouco, pude fazer toda a trilha sozinha na maior paz antes da invasão dos colegiais.
Na volta o Harold, dono do camping preparou meu segundo desayuno: ovos com cebola, pão. Depois me deu umas frutas e aí percebi como estava carente de frutas, acho que de coisas frescas em geral, nos últimos dias só comia pão,aveia, nozes, frutas secas , macarrão, enlatados; a última fruta que comi foi no lago blanco uma banana que ganhei de uma alemã e dividi com meus amigos .
Dia de sol, parti para enfrentar a cuesta morgada, subida contínua de 10 km, paisagem linda, , Havia um casal de ciclistas no ventisquero que iria pegar um ônibus ao invés de pedalar ; disseram que a subida era terrível mas não é assim..o rípio estava bom, exceto no trecho antes de santa Lucia onde tem umas descidas com mais pedra. Soube que há pouco um ciclista holandês caiu aqui e quebrou a clavícula. Cheguei a villa Santa Lucia já entardecendo, havia saído do ventisquero yelcho as 16:30. Não há camping mas há muito lugar pra montar a barraca, sem banho..
Fiquei num residencial do lado de um almacen:10000 pesos com jantar e desjejum e mate e conversa na cozinha ao pé do fogão com a senõra e seus filhos. Aqui comi o melhor aji até agora, caseiro, uma delícia. E o pão também. E a cama também.uma cama de verdade!!quanto tempo!!
A noite estava linda, com lua, frio.
Dia seguinte, 80 km até Futaleufu, um percurso belíssimo, estrada de lascar pneu. Há campings, a 15 km e a 25 km de Sta Lucia . O caminho passa pela margem sul do lago Yelcho,. Depois Puerto Piedra a 30 km, logo Puerto Ramirez. Entrei em Puerto Ramirez, onde há um desvio a estrada é uma trilha pedregosa que chega a um portinho, acho q é um braço do rio Palena .tem que ir e voltar, mas é curtinho.
Voltando a estrada principal, perto da ponte , há um almacen onde comi a melhor empanada do chile, que estava saindo do forno.
Logo aparece o rio futaleufú com águas verde esmeralda, alguns dizem que é azul, a princípio calmo depois com corredeiras.Há várias estações de rafting e campings ao longo do rio.O caminho é tortuoso e com muito aclive, o rípio variando de dificuldade.
Por uns 20 km a estrada segue ao lado do rio, atravessando as montanhas com florestas e picos nevados. Este foi um dos trechos de estrada mais lindos em toda a viagem. Segui direto para a vila de Futaleufú, onde cheguei com o restinho de luz do dia.


Antes da ponte onde começa a vila há dois campings, na cidade há várias pousadas.
Fiquei nesta, muito agradável, quarto com banheiro, 10 milpesos com um café muito bom, os donos super simpáticos, e só havia eu porque já era fim de férias (dia 27 de fevereiro) .

Futaleufú uma cidade pequena, linda, simpática, emoldurada pelas montanhas nevadas.


Tem muitos restaurantes, mercados, posto telefônico, casa de câmbio.
Vale ficar um dia para caminhar, comer, descansar, sentar na praça, tomar um vinho, curtir o frio. Eu tive até vontade de ficar mais tempo.
O clima já é mais seco, tive que passar um creminho hidratante : mãos e pernas super ressecadas da poeira do dia anterior.
De Futaleufú até a fronteira com Argentina (paso futaleufu)são somente 10 km, pavimentados.

carretera austal - yelcho/santa lucia/futaleufú 24/2/2007 a 28/2/2007






Depois das termas del amarillo retornei a carretera, seguindo para Puerto Cardenas, a 38 km, onde há o lago yelcho e dois km depois o ventisquero yelcho. http://www.yelcho.cl/



neste trecho tive dois companheiros de pedal de Santiago. Fiquei no camping ventisquero que tem aquecimento a lenha (1500pesos )e o dono é bem engraçado e atencioso.Encontrei dois israelitas que estavam nas termas e a noite jantamos todos juntos, tentando conversar, naquela mistura de inglês e espanhol que já é comum aqui

Dia seguinte, apesar do frio acordei cedinho para subir ao ventisquero. O caminho é bem enlameado, a mata é linda, ao lado da trilha corre o rio de água do degelo, cor verde e antes do ventisquero há uma cascata e um trecho de gelo na passagem, pode-se caminhar sobe o gelo.





Era domingo e na volta vinha uma galera, havia dois ônibus de excursão. Me safei por pouco, pude fazer toda a trilha sozinha na maior paz antes da invasão dos colegiais.

Na volta o Harold, dono do camping preparou meu segundo desayuno: ovos com cebola, pão. Depois me deu umas frutas e aí percebi como estava carente de frutas, acho que de coisas frescas em geral, nos últimos dias só comia pão,aveia, nozes, frutas secas , macarrão, enlatados; a última fruta que comi foi no lago blanco uma banana que ganhei de uma alemã e dividi com meus amigos .

Dia de sol, parti para enfrentar a cuesta morgada, subida contínua de 10 km, paisagem linda, , Havia um casal de ciclistas no ventisquero que iria pegar um ônibus ao invés de pedalar ; disseram que a subida era terrível mas não é assim..o rípio estava bom, exceto no trecho antes de santa Lucia onde tem umas descidas com mais pedra. Soube que há pouco um ciclista holandês caiu aqui e quebrou a clavícula. Cheguei a villa Santa Lucia já entardecendo, havia saído do ventisquero yelcho as 16:30. Não há camping mas há muito lugar pra montar a barraca, sem banho..

Fiquei num residencial do lado de um almacen:10000 pesos com jantar e desjejum e mate e conversa na cozinha ao pé do fogão com a senõra e seus filhos. Aqui comi o melhor aji até agora, caseiro, uma delícia. E o pão também. E a cama também.uma cama de verdade!!quanto tempo!!

A noite estava linda, com lua, frio.

Dia seguinte, 80 km até Futaleufu, um percurso belíssimo, estrada de lascar pneu. Há campings, a 15 km e a 25 km de Sta Lucia . O caminho passa pela margem sul do lago Yelcho,. Depois Puerto Piedra a 30 km, logo Puerto Ramirez. Entrei em Puerto Ramirez, onde há um desvio a estrada é uma trilha pedregosa que chega a um portinho, acho q é um braço do rio Palena .tem que ir e voltar, mas é curtinho.

Voltando a estrada principal, perto da ponte , há um almacen onde comi a melhor empanada do chile, que estava saindo do forno.

Logo aparece o rio futaleufú com águas verde esmeralda, alguns dizem que é azul, a princípio calmo depois com corredeiras.Há várias estações de rafting e campings ao longo do rio.O caminho é tortuoso e com muito aclive, o rípio variando de dificuldade.

Por uns 20 km a estrada segue ao lado do rio, atravessando as montanhas com florestas e picos nevados. Este foi um dos trechos de estrada mais lindos em toda a viagem. Segui direto para a vila de Futaleufú, onde cheguei com o restinho de luz do dia.



Antes da ponte onde começa a vila há dois campings, na cidade há várias pousadas.

Fiquei nesta, muito agradável, quarto com banheiro, 10 milpesos com um café muito bom, os donos super simpáticos, e só havia eu porque já era fim de férias (dia 27 de fevereiro) .


Futaleufú uma cidade pequena, linda, simpática, emoldurada pelas montanhas nevadas.



Tem muitos restaurantes, mercados, posto telefônico, casa de câmbio.

Vale ficar um dia para caminhar, comer, descansar, sentar na praça, tomar um vinho, curtir o frio. Eu tive até vontade de ficar mais tempo.

O clima já é mais seco, tive que passar um creminho hidratante : mãos e pernas super ressecadas da poeira do dia anterior.

De Futaleufú até a fronteira com Argentina (paso futaleufu)são somente 10 km, pavimentados.