Saindo de Coimbra pegamos o comboio até o Porto, passando por Pampilhosa, Aveiro e Espinho, numa agradável viagem de duas horas.
Um dia ensolarado, céu totalmente azul.
a estação do Porto é linda, bem no centro, a cidade agitada, muitos carros, pessoas apressadas, e nós querendo descobrir onde era o hostel e se havia lugar.
Não havíamos feito reserva e fomos caminhando até lá e telefonando, sem conseguir que alguém atendesse.
O que acontece é que as pousadas da juventude fecham do meio dia até as seis da tarde.
Quando conseguimos falar já havíamos caminhado quase toda a avenida junto ao rio douro, tomado muito sol, feito lanche, eu pedalando, a Jane caminhando.
Não havia mais vaga na pousada e a outra opção ficava na direção oposta, então teríamos que voltar .
Ao pedir informação para um moço, ele gentilmente nos levou de carro até a outra pousada, com bicicleta e tudo. incrível!!
ficamos no residencial Duas Nações, um prédio antigo, lindo, perto da praça dos leões e um atendimento muito legal.
http://www.duasnacoes.com.pt
o quarto era no terceiro andar .
caminhamos pela cidade apreciando a bela arquitetura preservada. jantamos num restaurante perto do hotel, muito bom e barato.
Caminhamos até tarde pelas ruas, já era mais de nove horas, passou uma turma pedalando, parecia nossa turma de pedal noturno.
no dia seguinte subimos a torre e igreja dos clérigos, de onde se tem vista da cidade .
Tem seis andares e 76 metros de altura, a escada tem 225 degraus.Tem um carrilhão com 49 sinos.
depois do roteiro religioso, visitando igrejas, mosteiros,ruazinhas,museus,fomos fazer o roteiro das vinícolas;
atravessamos a Ponte Gustavo Eiffel para a vila Nova de Gaia, onde estão as caves que produzem o vinho do Porto
Os roteiros podem ser pagos ou não, depende do local .as visitas são em horários estabelecidos, algumas em inglês, outras em italiano, espanhol...
Fizemos uma visita guiada, acho que em espanhol, depois da degustação não lembrava mais...foi na vinícola Taylor. Muito bom.
Lembro que a guia falava de maneira poética de todo o processo ,desde a videira,algumas com a minha idade, e que tinham que ir fundo nas rochas buscar água e alimento para produzir as uvas mais doces.
e a mané aqui descobriu que existe também o vinho do Porto branco. Que descoberta deliciosa!
Nestes barris, um tesouro amadurecendo, alguns já estão há mais de 30 anos.
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